Três músicas... de chorões

Eu iria fazer um parágrafo todo para dizer que três é o número de mosqueteiros, de poderes, da santíssima trindade, do ménage à trois e do lítio, mas não vou. O fato é que, a partir de hoje, vou postar de tempos em tempos três músicas com algum ponto em comum, de preferência algo inusitado. É inspirado no Trilha para e não deixa de ser uma forma de tirar a poeira do blog sempre que possível.

Para começar, três músicas que fizeram marmanjos chorarem. Antes de serem gravadas.

Kleiton & Kledir - Corpo e Alma

Reza a lenda que Kleiton Ramil ficou tão emocionado com a versão de seu irmão Kledir para Bridge Over Trouble Water (Paul Simon) que não conseguiu parar de chorar. Resultado: os vocais dessa música só foram gravados dias depois, quando a dupla viajou para os Estados Unidos para finalizar o disco (ê criatividade!) Kleiton & Kledir, de 1983.

Fonte: http://faclubecorpoealma.blogspot.com/2007/05/corpo-e-alma.html

Oasis - Champagne Supernova

Dessa vez, quem não resistiu foi o guitarrista Paul "Bonehead" Arthurs. E o pior: duas vezes! Segundo Ian Robertson, no livro Oasis: What's The Story?, Bonehead chorou pela primeira vez quando Noel Gallagher apresentou a música ao resto da banda, no ônibus da turnê. Tempos depois, durante as gravações da música, nova sessão de lágrimas do nosso sensível Cabeça de Osso.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Champagne_Supernova

Os Paralamas do Sucesso - A Novidade

Gilberto Gil precisou de apenas três horas para escrever a letra de A Novidade, grande sucesso do disco Selvagem?, de 1984. Entre um show e outro em Florianópolis, Gil colocou a rodar a melodia cantarolada por Herbert Vianna e deu forma aos versos sobre sereias, poetas e pobres famintos. A choradeira? De Herbert, enquanto anotava a letra que o baiano lhe passava por telefone.

Fonte: http://www.sidneyrezende.com/noticia/78833+selvagem+o+risco+calculado...

Até a próxima!